sábado, 19 de dezembro de 2009

- simplicidade -

e os dias vão passando e as borboletas no meu estômago não passam. acho que elas querem morar aqui. sabe, eu gosto de você porque você não liga para Letras Maiúsculas e nem detalhes minúsculos. é bem simples assim: eu gosto de você, e você gosta de mim.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Tanta coisa por dizer, quase todo dia eu vejo o sol nascer, e olha quer saber? quase todo dia eu penso em você (...) Quanto mais te vejo, mais eu te desejo, mais eu reconheço que eu te quero bem; quanto mais te espero mais sei que te quero, mas me desespero se você não vem. Tá tudo errado, amor, sem ter você aqui, perto de mim.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

- escolhas -

Talvez escolheria me juntar às estrelas que nos observam à noite, iluminando o céu pleno e sereno. Descansaria quando a lua caísse e o sol surgisse. Poderia escolher também me afogar nas águas justas do oceano, cuidas das ondas que quebram pela paz. Descansaria quando o sal das águas cobrissem os pés de alguma pequena criança cuja a alma será limpa e seu sorriso cobrirá meu horizonte com um ar quente. Talvez optasse por ser a montanha da calmaria, em seus ares os males espantaria. Protegeria os verdes dos cinzas, evitaria tanto vermelho das rosas. Descansaria quando o vento levasse minhas folhas e seus montes fechassem as fumaças. Por fim, sinto dizer que acabei como humana, criando guerras e conseguindo amar. Descansarei quando a chama da minha própria arma me gelar ou quando o amor me fizer chorar.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

- homicídio sentimental -

- Eu não posso – e nem quero – saber o que você faz a cada hora, a cada minuto. Eu não sou dona dos seus segundos, muito menos de sua vida. E nem pretendo te sufocar. Os segundos, os minutos, os dias, os meses, os anos são seus. E você faz com eles o que bem quiser. Só me atinge uma coisa: se o modo como você os usa me desrespeita e me fere.

- Mas ... você sabe o quanto eu gosto de você, como eu tenho feito de tudo pra te fazer feliz. O quanto eu tenho me esforçado para te amar.

- Chega! Eu não quero esse seu amor forçado. Vá. E quando tiver alguma certeza, volte. Porém, não espere que eu esteja esperando por você.

E dizendo isso, deu as costas e saiu, sem olhar para trás. Deixando naquele lugar um mar de ilusões, de falsas promessas, e um sentimento que – apesar de forte e vivo em si – teria de morrer a qualquer custo.


Baseado em uma história real.